quarta-feira, 8 de agosto de 2012

terça-feira, 17 de maio de 2011

German Brass

Olá caros seguidores deste blogue, hoje deixamos aqui um vídeo de um grande grupo de metais chamado German Brass, interpretando "The Final Countdown", um tema original de uma banda com o nome de "Europe".

Esperamos que gostem :)

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Música e medicina são aliadas eficazes no controle da ansiedade

Tocar um instrumento exige habilidades necessárias a um cirurgião, o que implica que um bom músico poderia se tornar um bom médico

Música e medicina associadas têm se mostrado eficazes para tratamento, cura e alívio da ansiedade. Estudantes da Faculdade de Física e Cirurgia (P&S) da Universidade Columbia, nos Estados Unidos, fazem questão de preservar essa parceria, aprimorando suas habilidades como músicos amadores durante a "Segunda Musical", um programa apresentado mensalmente no Bard HallLounge.
Muitas vezes as pessoas vêem com surpresa a presença de tantos estudantes de medicina entre os músicos. Alguns teorizam que a destreza necessária para tocar um instrumento musical pode imitar as habilidades necessárias a um cirurgião para realizar uma cirurgia delicada, o que implica que um bom músico poderia se tornar um bom cirurgião.
No entanto, uma explicação mais provável vem de Stephen W. Nicholas, da P&S, que tem sido um grande colaborador deste programa.
"Segundas Musicais é uma das grandes alegrias aqui no P & S", disse ele. "Para aqueles que se perguntam como é ser um músico ligado ao médico, eu dou a resposta: a auto-disciplina da prática, o trabalho da equipe, o ouvido interno, que ouve música em todos os lugares. Essas são características que fazem excelentes médicos e compassivo".
Fonte: Isaude.net

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Música de Mozart induz ganho de peso, fortalecendo bebés prematuros


Repetição da melodia presente nas composições acalmam os bebés e reduzem gasto energético, afirma pesquisador

Bebês prematuros se recuperam em incubadora de UTI
neonatal





Nova pesquisa da Universidade de Tel Aviv descobriu que os bebés prematuros expostos à música do compositor Wolfgang Amadeus Mozart apresentam ganho de peso mais rápido e, com isso, tornam-se mais fortes do que aqueles que não o fazem.




O estudo, conduzido por Dror Mandel e Ronit Lubetzky do Centro Médico de Tel Aviv apontou que bebês prematuros expostos a trinta minutos de música de Mozart em uma sessão, uma vez por dia, gastavam menos energia e, portanto, precisavam de menos calorias para crescer rapidamente.



"Não está claro exactamente como a música afecta os bebés, mas ela torna-os mais calmos", disse Mandel.

No estudo a equipe mediu os efeitos fisiológicos da música de Mozart em recém-nascidos durante 30 minutos. Depois que a música foi tocada, os pesquisadores mediram os gastos de energia das crianças novamente, e comparou-os com a quantidade de energia gasta quando o bebé estava em repouso. Depois de "ouvir" a música, a criança gasta menos energia, um processo que pode levar ao ganho de peso mais rápido.

Quando se trata de prematuros, uma das principais prioridades para os médicos é fazer com que o bebé atinja um peso aceitável para que ele possa ser enviado para casa. No hospital, os bebés prematuros podem estar expostos a infecções e outras doenças, e um peso corporal saudável os mantêm imunes a outros problemas futuros.



Enquanto os cientistas não têm certeza do que ocasionou a resposta, Mandel oferece uma hipótese. "As melodias repetitivas na música de Mozart podem afectar os centros de organização do córtex cerebral. Ao contrário de Beethoven ou Bach, a música de Mozart é composta por uma melodia muito repetitiva. Esta pode ser a explicação musical. Para uma explicação científica, é necessária mais investigação", concluiu o pesquisador.



                                                                                                                 Fonte: Isaude.net

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Ouvir música libera hormonas associadas ao prazer proporcionado pelas drogas e sexo!

Música provoca mudanças na condutividade da pele, frequência cardíaca, respiração e temperatura, correlacionados ao prazer


Cientistas descobriram que a agradável experiência de ouvir música libera dopamina, um neurotransmissor importante no cérebro, proporcionando recompensas de prazeres mais tangíveis, como as associadas aos alimentos, drogas e sexo.
No estudo conduzido pelo Instituto Neurológico de Montreal e do Hospital Neuro na Universidade McGill, no Canadá, a equipe explicou que a liberação de dopamina pode ser medida a partir dos calafrios em resposta à música. Mudanças na condutividade da pele, frequência cardíaca, respiração e temperatura, que foram correlacionados com avaliações prazerosas da música.
Os calafrios são um pico marcador bem estabelecido de respostas emocionais à música. Uma nova combinação de PET e técnicas de imagiologia do cérebro revelou uma maior liberação de dopamina ao ouvir música neutra para o prazer e que os níveis de liberação são correlacionados com as extensões de excitação emocional e avaliações prazerosas.
A dopamina é conhecida por desempenhar um papel crucial no estabelecimento e manutenção do comportamento.
"Essas descobertas neuroquímicas provam que as respostas emocionais intensas à música envolvem circuitos de recompensa antigas do cérebro", diz o doutor Robert Zatorre, neurocientista da Neuro. "Para nosso conhecimento, esta é a primeira demonstração de recompensas abstractas, tais como a música, podem levar a liberação de dopamina".
"A música é única no sentido em que podemos medir todas as fases de recompensa em tempo real, ela se moveu do neutro na linha de base até ao pico do prazer", diz a líder do estudo Valorie Salimpoor. "Geralmente, é um grande desafio examinar a actividade da dopamina durante as duas antecipações e na fase de consumo de uma recompensa".
Este estudo inovador, utilizando uma nova combinação de técnicas de imagiologia, revela a experiência de antecipação e de prazer de ouvir a versão da música indutora de dopamina. O estudo mostrou que dois circuitos cerebrais diferentes estão envolvidos na expectativa e experiência

Bibliografia:
http://www.isaude.net/

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

CURIOSIDADE

  • Os nomes das notas musicais foram dados por Guido D'Arezzo, um monge beneditino francês considerado o pai da música moderna. Para que os seus alunos memorizassem facilmente as notas, extraiu do «Hino a São João» a primeira sílaba de cada estrofe, para formar os nomes das notas musicais:


(DO) - UT queant laxis

(RE) - REsonare fibris

(MI) - Mira gestorum

(FÁ) - FAmuli tuorum

(SOL) - SOLve polluti

(LA) - LAbii reatum

(SI) - Sante Ioannes

Bibliografia:
http://portugalmistico.com/artigos-por-temas-mainmenu-56/terapias-mainmenu-46/outras-mainmenu-49/110-musicoterapia.html

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Mensagem subliminar


   Mensagem subliminar é a definição usada para o tipo de mensagem que não pode ser captada directamente pelos sentidos humanos. Subliminar é tudo aquilo que está abaixo do limiar, a menor sensação detectável conscientemente. É importante destacar que existem mensagens que estão abaixo da capacidade de detecção humana - essas mensagens são imperceptíveis, não devendo ser consideradas como subliminares.
A mensagem subliminar pode ser inserida em vários meios: vídeos, músicas, figuras e até em textos.

    Nas músicas, posso citar três formas de como se usam mensagens subliminares:

  • A primeira forma é conhecida por backward masking, em que se grava uma fala e se coloca na música, mas invertida (você não entenderia nada se ouvisse mas o seu subconsciente sim).
  • A segunda forma é bem interessante: existem frequências inaudíveis ao ouvido humano, como aquelas que só os cães, por exemplo, que possuem a audição mais apurada que a nossa, podem ouvir, então, coloca-se algo nessa faixa de frequência da música e você certamente não vai ouvir, menos o seu subconsciente, que registra tudo fielmente.
  • A terceira forma é a mais aborrecida delas: simplesmente colocam uma fala dum jeito tão rápido que não iria perceber nada, mas o seu subconsciente perceberia...


 Veja abaixo alguns exemplos incríveis e ao mesmo tempo tenebrosos:



   Músicas dos Beatles "Lucy in the Sky with Diamonds"- A aparentemente estranha : "Lucy in the Sky with Diamonds" (tradução: Lucy no céu com diamantes), na verdade, tinha nas iniciais do próprio título a mensagem subliminar "LSD". O objectivo era difundir a marca "L.S.D.", droga lisérgica muito usada nos anos sessenta, um similar do ácido;
  Música "Sem Lenço Sem Documento" de Caetano Veloso rebate os Beatles usando a subliminar : Sem L S D ;

  Música "Revolution 9" (tradução: revolução 9), do ''Álbum Branco'', entre os sons de sirenes, gemidos de crianças, grunhidos de porcos e metralhadoras, ouve-se: "number nine" que, ao contrário (''backward masking'') fala: "Turn me on DEAD man" (tradução: Excite-me homem morto).

É decepcionante saber que os Beatles incentivavam aberrações, como a necrofilia, de uma forma tão covarde e estúpida.

 Música "Hey Jude" - A música "Hey Jude" (tradução:''Hey viciado'') fala: ''...Lembre-se de deixá-la entrar debaixo de sua pele, e então começara a sentir-se melhor''.




Bibliografia:

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

A musica na sociedade

Este video mostra como a música é aplicada na sociedade.

A influência da muisica na actividade física

Este video tem como objectivo dar a compreender a influência da música na actividade física.

A musica na saúde

 A Musicoterapia



                                                                           Definição:


O uso da música como método terapêutico vem desde o início da história humana. Alguns dos primeiros registos a esse respeito podem ser encontrados na obra de filósofos gregos pré-socráticos. Já a sistematização dos métodos utilizados só começou, no entanto, após a Segunda Guerra Mundial, com pesquisas realizadas nos Estados Unidos. O primeiro curso universitário de musicoterapia foi criado em 1944 na Michigan State University.

De acordo com a World Federation of Music Therapy, a Musicoterapia é a utilização da música e/ou dos seus elementos constituintes como o ritmo, melodia e harmonia, por um musicoterapeuta qualificado, com um cliente ou grupo, num processo destinado a facilitar e promover a comunicação, o relacionamento, a aprendizagem, a mobilização, a expressão, a organização e outros objectivos terapêuticos relevantes, a fim de atender às necessidades físicas, emocionais, mentais, sociais e cognitivas. A musicoterapia busca desenvolver potenciais e/ou restaurar funções do indivíduo para que ele ou ela alcance uma melhor qualidade de vida, através de prevenção, reabilitação ou tratamento.




Processo Terapêutico



O processo da musicoterapia pode desenvolver-se de acordo com vários métodos. Alguns são receptivos, quando o musicoterapeuta toca música para o paciente. Este tipo de sessão normalmente limita-se a pacientes com grandes dificuldades motoras ou em apenas uma parte do tratamento, com objectivos específicos. Na maior parte dos casos a musicoterapia é activa, ou seja, o próprio paciente toca os instrumentos musicais, canta, dança ou realiza outras actividades junto com o terapeuta. A forma como o musicoterapeuta interage com os pacientes depende dos objectivos do trabalho e dos métodos que ele utiliza. Em alguns casos as sessões são gravadas e o terapeuta realiza improvisações ou composições sobre os temas apresentados pelo paciente. Alguns musicoterapeutas procuram interpretar musicalmente a música produzida durante a sessão. Outros preferem métodos que utilizem apenas a improvisação sem a necessidade de interpretação. Os objectivos da produção durante uma sessão de musicoterapia são não-musicais, por isso não é necessário que o paciente possua nenhum treino musical para que possa participar neste tratamento. O musicoterapeuta, por outro lado, devido às habilidades necessárias à condução do processo terapêutico, precisa de ter competências em diversos instrumentos musicais.





Os tratamentos com a musicoterapia abrangem a improvisação musical, a audição, a composição, a discussão, a imaginação, a interpretação e a aprendizagem através da música. O paciente não precisa de qualquer formação musical para poder beneficiar do tratamento e não existe um estilo particular de música mais terapêutico que outro; existe, sim, a prescrição. A musicoterapia é um trabalho clínico terapêutico e não deve ser confundida com o uso da música para relaxamento ou prazer. Há casos em que a música é composta especificamente para os problemas apresentados pelo paciente, atingindo as áreas que devem ser tratadas (chakras) através da frequência emitida pelas notas musicais que activam respostas a serem interpretadas pelo terapeuta.



O campo de actuação da musicoterapia é vasto e diversificado. Esta pode ser aplicada em várias áreas, como a deficiência mental, a deficiência física, a deficiência sensorial, a psiquiatria, a geriatria e a área social




Bibliografia:
http://portugalmistico.com/artigos-por-temas-mainmenu-56/terapias-mainmenu-46/outras-mainmenu-49/110-musicoterapia.html

Malefícios do som alto

   Qualquer coisa quer seje ela em falta ou excesso faz mal. Se tomarmos pouca água, corremos o risco de desidratar. Se ao contrário exagerarmos o consumo de água, os rins terão sobrecarga de trabalho e, em casos extremos, poderão entrar em falência.
   Com o som não é diferente. Se o silêncio extremo nos dá uma sensação de vazio, de solidão, o som alto pode causar diversos danos. uma vez ou outra saem reportagens na imprensa destacando essa situação. Desta vez, o jornal A Gazeta de 24 de Setembro de 2006 destacou o assunto.

 Vamos à reportagem:


"Cuidado: o barulho pode causar dependência - Altos decibéis causam a liberação de certas substâncias no nosso corpo.


   A vida moderna trouxe uma série de comodidades, com equipamentos que refrescam o ambiente, trazem informações novas num piscar dos olhos e alimentam a alma com música em qualquer lugar. Mas o conforto tem o seu preço e, por isso, o homem pós-moderno tem sofrido com os efeitos do barulho em excesso.
Presentes em todos os lugares, incluindo na nossa casa, os decibéis de aparelhos de TV, de som e de uma série de eletrodomésticos, além do ruído da rua, podem causar dependência e trazer como consequência uma série de males, incluindo, além da perda auditiva, distúrbios do sono, problemas mentais e emocionais(...).
   A constatação de que o barulho vicia partiu de cientistas mineiros. Eles descobriram, recentemente, que assim como o chocolate e os exercícios físicos, os ruídos podem causar dependência física em algumas pessoas. A explicação, neste caso, está no facto de os altos decibéis causarem a liberação de determinadas substâncias no nosso organismo.
   A descoberta (...) demonstrou que ruídos acima de 55 decibéis, o nível de uma conversa normal, por exemplo, aumentam a produção do neurotransmissor noradrenalina, responsável por uma espécie de regulador das emoções.
   Já a partir de 80 decibéis, tem início a liberação de endorfina, um analgésico natural que suprime a dor e a punição que a pessoa sofre, sendo, dessa forma, condicionante de comportamentos.
No grupo dos dependentes, os que gostam de música em alto e bom som são os mais suscetíveis. Esse é o caso do jovem (...) de 15 anos. "Gosto do som alto porque dá uma sensação boa", diz ele, que aprecia vários estilos, em altos decibéis (...). O jovem não consegue ficar livre das músicas, seja na balada, seja em casa.
   O consultor (...) da área de acústica (...) diz que, com os altos volumes, o corpo prepara-se para a defesa e há descarga de substâncias que causam excitação. "A pessoa sente excitação ou também pode ficar irritada, mas ninguém fica passivo diante de sons muito altos", explicou.
Os Jovens encaixam-se no perfil dos "viciados"  - Ouvir música no MP3 durante os estudos virou moda entre os adolescentes.


O jovem (...) de 17 anos já esteve no consultório do otorrinolaringologista, especialista na saúde do ouvido e garganta.  O motivo: apesar da pouca idade, já começou a sentir os efeitos da poluição sonora e começou a apresentar dificuldades na audição.
O vilão que tem afectado a saúde auditiva do jovem virou epidemia entre os adolescentes: os aparelhos de MP3, versão moderna dos antigos walkmans. "Quando me sento no fundo da sala, sinto dificuldades em ouvir o professor", explicou o jovem.
Apesar disso, as recomendações médicas não têm sido levadas a sério pelo rapaz. "eu gosto de ouvir música muito alto, não tem jeito. Eu sei que tinha que parar, mas gosto mesmo de barulho".
Já os amigos (....) de 17 anos, que se preparam para o vestibular, ouvem música no MP3 enquanto fazem os exercícios. Segundo eles, uma música de fundo aumenta a concentração. "O som da música anula os outros sons do ambiente e, assim, é possível concentrar-se mais". (...) "Em casa, coloco som alto para descansar, Ajuda a relaxar". (...) O jovem pode encaixar-se no perfil de pessoas que, segundo os pesquisadores, acabam viciadas em barulho.
Ruído social pode causar perda auditiva - Sons de bares, de restaurantes e da televisão não deixam o ouvido descansar.
   Além dos barulhos a que estamos expostos durante o tempo de trabalho, os pesquisadores alertam para o perigo do ruído social, conceito usado para definir os sons que nos afectam em casa ou na rua.
(...) testes mostraram que os sons de bares, restaurantes e até mesmo o da televisão, quando ultrapassam os 70 decibéis, em 24 horas, tornam as pessoas susceptíveis a perdas auditivas. "O grande problema do ruído social é que ele não deixa o ouvido descansar", explicou.
Em caso do barulho fora do horário de trabalho, os cidadãos contam com a actuação do Disque-Silêncio, que realiza medições dos decibéis.
(...) as fontes de ruído, sejam residências ou comércios, são notificadas a respeitar a lei do silêncio. Em caso de reincidência, são emitidas multas que podem chegar a até 15 mil euros.Conforme a lei, em área residencial é permitido emissões de até 55 decibéis durante o dia, e de 50 decibéis depois das 18 horas”.
(Autor:  Fernando A. B. Pinheiro)

Bibliografia:
Informação retirada do site: http://www.somaovivo.mus.br/artigos.php?id=77

Os Benefícios da Música

    Independentemente do som que escutamos, todos precisamos de algo para escutar. Um mundo sem canções não teria graça, pois, as melodias e harmonias fazem parte das nossas vidas. Numa vida contemporânea cada vez mais barulhenta, as músicas tornam-se  cada vez mais necessárias.
Diga que nunca ouviste alguma música que te tranquilizou? Ou, alguma que fez com que respirasses fundo, pois retratava algum momento especial da tua vida? Pois é, muitas canções, através das suas palavras e notas musicais  remetem-nos a uma sensação de paz e felicidade e nos transportam para um estado até mesmo de harmonia.

    Não é de hoje que o homem sabe que a música é benéfica para a sua saúde. Desde a Grécia antiga já havia estudos sobre tal. O filósofo Aristóteles, por exemplo, no século V a.C, reparou que as canções causavam uma influência positiva sobre o corpo humano e passou a utilizá-las para ajudar pessoas que sofriam de problemas psicológicos.
    Em 1500 a.C, Papiros de Kahun, percebeu que a música trazia benefícios a mulheres grávidas e passou a usufruir dela, para ajudar durante a gestação.


   Mas, foi somente após a primeira guerra mundial, que as melodias passaram a serem utilizadas em hospitais como terapia, para veteranos de batalhas. A partir de então, essa ciência não parou de evoluir.  Nos dias de hoje, existem até cursos que formam profissionais para tratar pacientes com problemas físicos, mentais e sociais através do uso da música e sons. Através da utilização de instrumentos musicais, vocais ou ruídos é possível tratar diversos problemas. Portadores de distúrbios da fala, além de pessoas com deficiências auditivas, mentais, estudantes com dificuldades de aprendizagem ou até mesmo pacientes com cancro ou sida, podem ser tratados por musicoterapeutas, que são os profissionais que estudam essa área.

    Pelo forte impacto causado pela música no cérebro humano, recomenda-se que ela seja introduzida na vida das crianças desde cedo. A música ajuda na prevenção da doença de Alzheimer e reduz a ansiedade e a solidão podendo assim evitar a depressão. Por diminuir o stress, ela permite que o corpo fique mais relaxado, deixando o sistema imunológico livre para trabalhar no seu potencial máximo, ajudando assim a combater doenças quotidianas: como gripes e resfriados.

   São inúmeros os benefícios que a música traz para a nossa saúde e mente. Ela torna-nos mais humanos, ajudando-nos a entender o sentimento do próximo, melhorando o relacionamento com as pessoas.

   Através da música é possível protestar, impor uma opinião, mover multidões, podendo assim mudar toda uma geração. A música não faz bem somente a uma pessoa e sim ao mundo todo. Respeitando o gosto de cada um e não abusando da altura do som, a música só tende a lhe fazer o bem. Por isso cante, ouça, sinta todo o poder que um som pode trazer.


É bom que as crianças ouçam músicas. Foto:Divulgação
É bom que as crianças escutem música.  























Bibliografia:

Audição

As ondas sonoras propagam-se desde a fonte sonora até ao receptor.








O ouvido é o órgão que recebe as ondas sonoras.


Os sons são:

 - Captados no ouvido externo;
 - Amplificados no ouvido médio;
 - Levados ao cérebro, que os interpreta, no ouvido interno.







   Mas é o cérebro que tem um papel fundamental na nossa audição: é o cérebro que trata a informação recebida pelos ouvidos e procede à análise dessa informação. Por exemplo, é no cérebro que se combina a informação que nos chega aos dois ouvidos e que nos permite concluir se uma fonte sonora está à nossa esquerda ou à nossa direita.

Espectro sonoro

O espectro sonoro é o conjunto de todos os sons audíveis e não audíveis pelo ser humano.




Ultra-sons -  sons com frequências muito elevadas, superiores a 20 000 Hz, que o ouvido humano não consegue ouvir .



Sons audíveis, para os seres humanos - sons de frequência compreendida entre os 20 Hz e os 20000 Hz. 



Infra-sons - sons de frequência de 0 a 20 Hz , constituem a zona dos sons não audíveis. Estes sons provocam náuseas e perturbações intestinais.

A Tabela acima descreve os
ruídos que mais incomodam os seres humanos


   Resumo: Os sons audíveis pelo ouvido humano têm uma frequência entre 20 Hz e 20.000 Hz. Acima e abaixo desta faixa estão ultra-som e infra-som, respectivamente


Escala Decibel

   Para medir os sons que nos rodeiam usa-se uma escala para exprimir o nível sonoro, que se mede em decibel (símbolo: dB).
   A escala decibel (figura acima) começa em 0 (zero) dB,que corresponde ao limite mais baixo de audibilidade. É o nível sonoro mínimo para o qual um som, com a frequência de 3000 Hz, se pode ouvir.
   O nível sonoro de 200 dB mede-se numa explosão nuclear.
  
   Mas o nível sonoro 120 dB corresponde ao limite superior da audição (ver figura seguinte) - é já o limiar da dor.
Bibliografia:
http://www.prof2000.pt/users/mrsd/8ano/Audicao.htm#top

O efeito Mozart







O Efeito Mozart é um termo criado por Alfred A. Tomatis para um alegado aumento no desenvolvimento cerebral que ocorre em crianças com menos de 3 anos, quando elas ouvem música de Wolfgang Amadeus Mozart.






   


   Rauscher e Shaw fizeram uma experiência com três grupos pré-escolares :

•O primeiro grupo recebeu aulas particulares de piano e aulas de canto;
•o segundo grupo recebeu aulas particulares de computação;
•e o terceiro grupo não recebeu nenhum tipo de treino.



Conclusão:
   As crianças que receberam aulas de piano e canto, tiveram  um desempenho 34%melhor,que os outros, em testes que medem a habilidade espácio-temporal.

 




Estas descobertas indicam que a música melhora de forma única as altas funções cerebrais exigidas pela matemática, xadrez, ciência e engenharia.





  Em 1997, Rauscher e Shaw anunciaram ter provas científicas de que a instrução em piano e canto são superiores à instrução em computação para aumentar as habilidades de raciocínio abstracto em crianças.



Shaw e Rauscher criaram seu próprio instituto: O Instituto de Desenvolvimento Neural da Inteligência pela Música (M.I.N.D.).








Bibliografia:

Institudo criado por Shaw e Rauscher: http://www.mindinst.org


Os nossos objectivos

  • Pretendemos com este trabalho aumentar o conhecimento dos jovens e também da população geral em relação aos possíveis benefícios e malefícios causados pela música;
  • Também pretendemos organizar um conjunto de informações que sejem verídicas, e disponibilizá-las para o público;
  • Provavelmente organizaremos as informações obtidas em um pequeno livro, que possivelmente estará disponível na biblioteca da nossa escola ("Escola Secundária C/3CEB de Coruche").

Apresentação


Ana Oliveira
Idade: 18 anos;


Nacionalidade: Portuguesa;


Interesses: Biologia, música, desenho;


Escolha do tema: Este tema foi uma decisão difícil, pois tínhamos muitas opções de escolha, mas ao fim de algum tempo chegamos a um acordo. Este tema é muito interessante para mim, pois sou executante de música,e metade da minha vida é feita em função da música, toco Clarinete numa Banda Filarmónica e acordeão num Racho Folclórico.



Flávio Neves
Idade: 18 anos;


Nacionalidade: Portuguesa;


Interesses: Informática, por exemplo: programação e design gráfico. Futebol, música, cinema, orientação e tocar guitarra apesar de não saber tocar muito nela;


Escolha do tema: Cultura musical na região e em todo o Portugal devido ao facto de frequentar um grupo de folclore e a música folclórica ser
muito harmoniosa;




Phillipe Goldner
Idade: 18;


Nacionalidade: Brasileiro;


Interesses: Biologia a nível molecular, por curiosidade; informática, por diversão, curioso no que diz respeito a factos cujos quais não temos muito conhecimento, por ex.: o Universo,doenças raras, entre outros.


Escolha do tema: No principio foi devido a ser o único tema em que todos os elementos do grupo concordaram.Mas ao efectuar pesquisas, descobri que o tema é muito mais interessante do que parece.